A Arte dos Encontros | Indicação de Leitura

Um texto curto e direto, mas que me fez refletir muito sobre a vida e os vários encontros que temos ao longo dela.

Acho que já compartilhei com você que, há alguns anos, eu me fechei demais para as pessoas e para oportunidades, tudo por conta de algumas, porém, grandes decepções que tive com algumas pessoas que eram muito importante para mim.

Não sou a primeira e infelizmente, não serei a última a passar por isso, mas a minha reação de defesa à tudo isso e para que eu pudesse me preservar mais para entender o que estava acontecendo comigo, foi me afastar, não ir aos happy hours e encontros de família. Eu me isolei.

Depois de um profundo processo de autoconhecimento, há quase 2 anos, percebi o quanto eu me fechava para oportunidades e trocas de experiências e vivências tão enriquecedoras.

E aos poucos, fui saindo do casulo emocional que eu mesma tinha criado. E de verdade? Foi a melhor coisa que aconteceu!

Acredito que tempo que fiquei isolada, não foi um tempo perdido. Acho até que isso fez parte do meu processo de autoconhecimento, mas até então, eu não tinha ciência disso.

E um detalhe curioso: percebi que eu aprecio muito os meus momentos de quietude, fazendo as minhas coisas e só comigo mesma. Porém, hoje, vejo como cada encontro nesses últimos 2 anos e na verdade, ao longo de toda a minha vida, transformaram o meu ‘ser’. E como nenhum encontro foi por acaso.

Por conta de tudo isso, é que eu me identifiquei com o texto da Piti Koshimura do blog Peach no Japão e sugiro essa leitura à você também.

“Ichi go ichi e”: encontros são únicos e nunca se repetem

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